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HIV SIDA EM MOÇAMBIQUE

 

imagem: https://www.alamy.it/fotos-immagini/hiv-patient.html

Introdução 

Neste presente trabalho, que visa falar de HIV/SIDA, nota-se que aids é uma síndrome desencadeada pelo vírus HIV. Essa síndrome é o estágio mais avançado da infecção, no qual o sistema imunológico não consegue mais defender o organismo, deixando-o fragilizado e suscetível a diversas doenças oportunistas que podem levar o indivíduo a óbito. A transmissão ocorre pela troca de fluídos corporais, como sêmen, secreções vaginais, sangue e leite materno. A infecção por HIV pode ser dividida em quatro fases: aguda, assintomática, sintomática inicial, aids/doenças oportunistas. O diagnóstico da infecção por HIV é realizado por meio de exames laboratoriais específicos, e, quando mais precoce ele for, mais eficaz será o tratamento. No entanto, é importante destacar que essa infecção não tem cura, sendo o tratamento realizado com o objetivo de reduzir-se a carga viral no organismo do doente, dando-lhe melhor qualidade de vida. A aids pode ser prevenida tomando-se alguns cuidados, como uso de preservativos nas relações sexuais e não compartilhamento de materiais perfurocortantes. Para elaboração deste trabalho usou-se como metodologia a consulta bibliográfica.

Objectivos 

Geral: 

  • Explicar as vias de transmissão e prevenção sobre o HIV/SIDA. 

Específicos: 

  • Identificar o quadro clínico no HIV/SIDA.  

  • Descrever os sintomas, tratamento e prevenção do HIV/SIDA.

  • Analisa o modo de prevenção atualmente usado em Moçambique  

Definição

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Esse vírus é o causador da aids, que é a sigla em inglês da síndrome da imunodeficiência adquirida, uma doença que enfraquece o sistema imunológico humano. Essa diferenciação é importante, pois ter o HIV não é a mesma coisa que ter aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Bicego,(2013).

Independente de desenvolver ou não a aids, todos os pacientes soropositivos para o HIV podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

Epidemiologia de HIV

A transmissão do HIV se dá através do contato de fluidos corporais, por exemplo, sexo sem proteção, seja oral anal, ou vaginal, compartilhamento de seringas e agulhas, transfusão de sangue contaminado, via vertical (transmissão da mãe para o filho durante a gestação ou parto) ou instrumentos perfurocortantes não esterilizados.

No que se refere às faixas etárias, observou-se que a maioria dos casos de infecção pelo HIV encontra-se na faixa de 20 a 34 anos, com percentual de 52,7% dos casos.  

Pacientes com infecção recente pelo HIV são altamente contagiosos para outras pessoas, dadas as cargas virais transitoriamente altas típicas observadas no início da infecção pelo HIV. A carga viral do HIV no sangue se correlaciona com o risco de transmissão do HIV. Em homens com infecção aguda por HIV, a carga viral no sêmen parece seguir um padrão semelhante ao observado no sangue, com os níveis mais altos ocorrendo em aproximadamente 20 dias após a infecção ou seis dias após o início dos sintomas para aqueles com síndrome retroviral aguda.

Fisiopatologia

O HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção. Bicego,(2013).

O HIV geralmente entra no hospedeiro pela mucosa anogenital. A proteína do envelope viral, a glicoproteína 120 (GP 120), liga-se à molécula CD4 nas células dendríticas. As células dendríticas intersticiais são encontradas no epitélio cervicovaginal, bem como no tecido tonsilar e adenoidal, que podem servir como células-alvo iniciais em infecções transmitidas por sexo genital-oral. 

A infecção por HIV recém-adquirida é mais comumente devido à transmissão de vírus com tropismo para macrófagos do que com tropismo para células T CD4 +. 

As células infectadas pelo HIV se fundem com as células T CD4 +, levando à disseminação do vírus. O HIV é detectável em linfonodos regionais dentro de dois dias da exposição da mucosa e no plasma dentro de outros três dias. Assim que o vírus entra no sangue, ocorre uma disseminação Aconselhamento e Deteção Precoce do VIH (CAD).

Onde posso obter mais informa generalizada para órgãos como o cérebro, o baço e os gânglios linfáticos. Bicego,(2013).

Como se transmite o VIH:

O vírus VIH encontra-se principalmente no sangue, no esperma, no líquido
pré-ejaculatório e nas secreções vaginais de pessoas infetadas. Assim, a transmissão do vírus só pode ocorrer se estes -uídos corporais entrarem diretamente em contacto com o corpo de uma pessoa, pela via sexual e/ou sanguínea.

 

Vias de transmissão:

  • Sanguínea: Sangue (produtos e seus derivados);

  • Sexual: Contacto sexual (líquido pré-ejaculatório, esperma e secreções vaginais);

  • Vertical: Mãe-Filho/a (durante a gravidez, parto e amamentação).

Como NÃO se transmite:

O VIH não se transmite através de contactos sociais:

  • Aperto de mão;

  • Toque; 

  • Abraço; 

  • Beijo social,

  • Alimentos;

  • Água; 

  • Espirros;

  • Tosse; 

  • Picadas de insetos;

Quadro clínico de HIV

A infecção aguda, também chamada de síndrome da infecção retroviral aguda ou infecção primária, ocorre em cerca de 50% a 90% dos pacientes. Seu diagnóstico é pouco realizado, em razão do baixo índice de suspeição, sendo, em sua maioria, retrospectivo. As manifestações clínicas podem variar desde quadro gripal até uma síndrome, que se assemelha à mononucleose.

Na fase seguinte (infecção assintomática) o estado clínico básico é mínimo ou inexistente. Alguns pacientes podem apresentar uma linfoadenopatia generalizada persistente, “flutuante” e indolor.

Na fase sintomática inicial (ou precoce) o portador de HIV pode apresentar sinais e sintomas inespecíficos de intensidade variável, como sudorese noturna, fadiga, emagrecimento e trombocitopenia, além de processos oportunistas de menor gravidade, principalmente na pele e nas mucosas, como candidíase oral e, nas mulheres, vaginal. Lawrence, (2017).

O aparecimento de infecções oportunistas (tuberculose, neurotoxoplasmose, neurocriptococose) e algumas neoplasias (linfomas não Hodgkin e sarcoma de Kaposi) define a aids em sua forma mais avançada.  

Diagnóstico de HIV

Os testes para detecção da infecção pelo HIV podem ser divididos, basicamente, em quatro grupos: 

  • Testes de detecção de anticorpos; 

  • Testes de detecção de antígenos; 

  • Testes de amplificação do genoma do vírus;  

  • Técnicas de cultura viral.  

As técnicas rotineiramente utilizadas para o diagnóstico da infecção pelo HIV são as baseadas na detecção de anticorpos contra o vírus, os chamados testes anti-HIV. Essas técnicas apresentam excelentes resultados. Além de serem menos dispendiosas, são de escolha para toda e qualquer triagem inicial. Detectam a resposta do hospedeiro contra o vírus (os anticorpos) e não o próprio vírus.

Testes de detecção de anticorpo: 

  • ELISA (ensaio imunoenzimático): essa técnica vem sendo amplamente utilizada na triagem de anticorpos contra o vírus, pela sua facilidade de automação, custo relativamente baixo e elevada sensibilidade e especificidade.

  • Imunofluorescência indireta: é um teste utilizado na etapa de confirmação sorológica.

  • Western-blot: esse teste é considerado “padrão ouro” para confirmação do resultado reagente na etapa de triagem. Tem alta especificidade e sensibilidade, mas, comparado aos demais testes sorológicos, têm um elevado custo.

  • Testes rápidos: dispensam em geral a utilização de equipamentos para a sua realização, sendo de fácil execução e leitura visual. Sua aplicação é voltada para situações emergenciais que requerem o uso profilático com antirretrovirais, ou seja, em centros obstétricos, e no paciente-fonte após acidente ocupacional. Esse teste tem aplicação, ainda, em locais onde a avaliação de custo-benefício justifica seu uso e para triagem geral da população de risco. Os testes rápidos são executados em tempo inferior a 30 minutos

As outras técnicas de biologia molecular detectam diretamente o vírus, ou suas partículas, e são utilizadas em situações específicas, tais como: esclarecimento de exames sorológicos indeterminados, acompanhamento laboratorial de pacientes e mensuração da carga viral para controle de tratamento. 

Os anticorpos contra o HIV aparecem, principalmente, no soro ou plasma de indivíduos infectados, numa média de 6 a 12 semanas após a infecção. Em crianças menores de 2 anos, o resultado dos testes sorológicos é de difícil interpretação, em virtude da presença de anticorpos maternos transferidos passivamente através da placenta. Nesses casos, em virtude dos testes imunológicos anti-HIV não permitirem a caracterização da infecção, recomenda-se que a avaliação inicial de diagnóstico seja realizada por testes de biologia molecular para detecção direta do vírus. 

Tratamento de HIV

A indicação de uso de terapia anti-retroviral (TARV) é um tema complexo, sujeito a constantes mudanças e incorporação de novos conhecimentos, e por isso definida e revisada anualmente por um grupo técnico assessor de experts, nomeado em portaria do Ministério da Saúde.

Por essa razão, a terapia anti-retroviral para o HIV deve ser prescrita por infectologista, ou outro médico capacitado, que definirá, baseado nas recomendações do consenso vigente, o momento de início e qual a melhor combinação a ser instituída.

Temos três classes de drogas liberadas para o tratamento anti-HIV, os Inibidores da Transcriptase Reversa, os Inibidores da Protease e o inibidor de fusão (o T20). Temos a seguir breves informações sobre os anti-retrovirais de maior uso:

  • Inibidores da Transcriptase Reversa – são drogas que inibem a replicação do HIV, bloqueando a ação da enzima transcriptase reversa, que age convertendo o RNA viral em DNA. Atualmente temos disponíveis substâncias Nucleosídeas (AZT,  3TC, d4T, ddI e Abacavir) e Não-Nucleosídeas (Nevirapina,  Delavirdina e Efavirenz).

  • Inibidores da Protease – essas drogas agem no último estágio da formação do HIV, impedindo a ação da enzima protease. Essa enzima é fundamental para a clivagem das cadeias protéicas, produzidas pela célula infectada, em proteínas virais estruturais e enzimas que formarão cada partícula do HIV. Atualmente temos à disposição: Indinavir; Nelfinavir, Ritonavir; Saquinavir; Amprenavir, Lopinavir/Ritonavir.

A terapia combinada é o tratamento anti-retroviral com associação de pelo menos três drogas da mesma classe farmacológica (p ex., três inibidores da transcriptase reversa), ou de classes diferentes (p ex., dois inibidores da transcriptase reversa e um inibidor de protease). 

Define-se falha terapêutica em pacientes fazendo uso de terapia anti-retroviral, analisando-se três parâmetros:

  • Clínico: surgimento de sintomas relacionados com aids ou manifestações oportunistas

  • Imunológico: queda > 25% da contagem de linfócitos T-CD4+

  • Virológico: elevação da carga viral 

Além da terapia anti-HIV, para alguns pacientes, o serviço especializado poderá prescrever quimioprofilaxia e imunização para certos processos oportunistas mais prevalentes, cuja relação custo-benefício tem se mostrado amplamente favorável.

Fármacos usados atualmente para o tratamento de HIV/SIDA em moçambique 

  • TDF300/3TC300/EFV600

  • TDF300/3TC300

  • AZT150/3TC150/NVP200

  • AZT150/3TC150

  • ABC600/3TC300

  • LPV/r 200/50

  • ATV/r 300/100

 

 

Tratamento usados para prep em Moçambique 

Regimes de Antirretrovirais usados na PrEP oral em Moçambique 

A toma de medicamentos antirretrovirais (ARVs) no contexto dada PrEP constitui um importante método adicional para prevenção da infecção .

A OMS recomenda o uso de regimes da PrEP oral que contenham Tenofovir Disoproxil Fumarato (TDF). Ao longo do piloto realizado no país, o regime de PrEP usado continha TDF/FTC.

Em 2017 a OMS recomendou o uso de regimes que contenham TDF/3TC para a PrEP considerando que não foram demonstradas diferenças significativas em relação a eficácia e segurança do uso da Lamivudina (3TC ) quando comparada a emtricitabina ( FTC ) na PrEP podendo ocorrer a troca de um para o outro. Além disso, foram levados em conta a combinação de medicamentos existentes no País, custo relativo para aquisição e o estado de regularização.

Em Moçambique, recomenda-se o uso dos seguintes regimes para a PrEP:

Regime Preferencial 

  • Comprimido combinado de Tenofovir disoproxil fumarato (TDF) 300 mg / Lamivudina (3TC) 300 mg 

Regime alternativo 

  • Comprimido combinado de Tenofovir disoproxil fumarato (TDF) 300 mg /emtricitabina (FTC) 200 mg 










Modalidades de oferta da PrEP oral

A PrEP pode ser prescrita em 2 modalidades dependendo do grupo populacional:

PrEP para toda a População alvo 

REGIME 

APRESENTAÇÃO

POSOLOGIA

INTERACÇÕES

TDF/3TC (Regime 

Preferêncial)

TDF 300MG/3TC 

300MG

1 Comprimido por dia

Administrar com ou sem alimentos

Sem interacção descrita com 




TDF/FTC (Regime 

Alternativo)

TDF 300 mg/

FTC200mg

1 Comprimido por dia

outros ARVs, contraceptivos, drogas recreacionais ou álcool

PrEP para HSH - PrEP por demanda

A PrEP por demanda é uma opção recomendada apenas para os HSH que tenham exposição sexual menos frequentes, isto é, menos que duas relações sexuais por semana. Este modelo facilita a adesão e demonstrou eficácia na redução do risco de aquisição do HIV por via sexual anal. 


REGIME 

APRESENTAÇÃO

POSOLOGIA

INTERACÇÕES

TDF/FTC 

TDF 300 MG/

FTC200MG

2cp (24h antes da exposição sexual + 1cp (24h após a toma dos primeiros 2) + 1cp (24h após a toma do último comprimido)

Administrar com ou sem alimentos

Sem interacção descrita com outros ARVs, contraceptivos, drogas recreacionais ou álcool


Envolve a toma de ARVs em esquema 2-1-1 ou seja, 2 comprimidos de TDF/FTC 2 a 24h antes do engajamento na actividade sexual, 1 comprimido 24 h depois da toma dos primeiros 2 e 1 comprimido 24h após a toma do último comprimido. Portanto, são 4 comprimidos tomados em 3 dias consecutivos.

Ressaltar que a toma correcta do esquema de toma dos comprimidos é crucial para a eficácia da PrEP por demanda.

Contraindicações da PrEP 

  • »Hipersensibilidade a algum dos medicamentos usados para a PrEP

  • Hipertensão arterial ou diabetes não controladas.

  •  Patologia renal crónica.

  • Depuração da creatinina estimada: < 60ml/min

Efeitos colaterais

A PrEP é segura, sem efeitos colaterais em 90% dos usuários. Utentes em PrEP podem apresentar efeitos colaterais leves como cefaleia, tonturas, diarreia, náusea, redução do apetite, cólicas abdominais e flatulência. Geralmente surgem nos primeiros dias ou semanas do uso da PrEP são de curta duração e se resolvem em menos de 1 mês após início da PrEP sem necessidade de suspender a profilaxia.

Em alguns utentes pode se verificar a elevação da creatinina que é reversível com a suspensão da PrEP.  Deve-se voltar a medir 3 meses após a suspensão.

Prevenção do HIV

Para evitar a transmissão da aids, recomenda-se o uso de preservativo durante as relações sexuais, a utilização de seringas e agulhas descartáveis e o uso de luvas para manipular feridas e líquidos corporais, bem como testar previamente sangue e hemoderivados para transfusão. Além disso, as mães infectadas pelo vírus (HIV-positivas) devem usar antirretrovirais durante a gestação para prevenir a transmissão vertical e evitar amamentar seus filhos. Lawrence, (2017).

Distribuição Geográfica 

A tabela apresenta a distribuição dos indivíduos infectados pelo de HIV entre as diferentes províncias de Moçambique. ou seja, dos indivíduos seropositivos, é apresentada a percentagem correspondente à cada província. O “gap” mostra a diferença da distribuição entre homens e mulheres. De notar que Tete é a província com menor percentagem e Gaza é a província com maior prevalência tanto entre homens como em mulheres, INE. (2013). A província de Niassa apresenta menor diferença entre homens e mulheres e Nampula apresenta a maior.

Região 

Mulheres 

Homens 

Gap 

Todos 

Niassa 

3.3 

2.6 

0.7 

3.1 

Cabo Delgado 

9.7 

11.3 

-1.6 

10.2 

Nampula 

7.1 

13.6 

-6.5 

9.2 

Zambézia 

12.5 

13.6 

-1.1 

12.8 

Tete 

2.1 

0.9 

2.7 

Manica 

7.3 

7.6 

-0.3 

7.4 

Sofala 

11.8 

11.5 

0.3 

11.7 

Inhambane 

7.5 

4.3 

3.2 

6.5 

Gaza 

17.2 

12.4 

4.8 

15.6 

Maputo provincial 

10.8 

12 

-1.2 

11.2 

Maputo cidade 

9.9 

0.9 

9.6 

Tabela. Distribuiçao dos infectados pelo HIV por províncias  



Conclusão 

Chegado ao fim do trabalho, conclui-se que o vírus HIV ataca e destrói as células do sistema imunológico, especialmente os linfócitos CD4+. Sem as células de defesa, o organismo torna-se mais exposto ao ataque de outros vírus, bactérias e ao surgimento de câncer. Quando o vírus HIV infecta um linfócito, lá libera o seu RNA e produz o DNA viral, o qual é integrado ao DNA da célula hospedeira. Assim, o linfócito passa a replicar o HIV, originando muitas cópias que passam a infectar outros linfócitos. Ao fim, os linfócitos são destruídos. Com isso, a quantidade de vírus HIV aumenta no sangue. O HIV é diagnosticado através de exames que detectam a presença do vírus no sangue ou na saliva. Atualmente, existem vários tipos de testes disponíveis para diagnosticar o vírus HIV. Alguns dias após a contaminação pelo vírus HIV surge um quadro chamado de infecção aguda pelo HIV, em resultado da entrada de um novo vírus no organismo. Os principais sintomas são: Febre,Dor de cabeça,Cansaço, Lesões na pele, Linfonodos inchados, Dor muscular, Náuseas. O vírus HIV é transmitido através do contato com sangue, sêmen ou líquidos vaginais contaminados.

Referências Bibliográficas 

  1. AIDS Communication Department. (2014). Global Fact Sheet: HIV/AIDS. 20th International AIDS Conference. Melbourne, Australia.

  2. Bicego, G. T., Nkambule, R., Peterson, I., Reed, J., Donnell, D., Ginindza, H., . . . Justman, J. (2013). Recent Patterns in Population-Based HIV Prevalence in Swaziland. Pone.

  3. INE. (2013). Moçambique: Inquérito Demográfico e de Saúde 2011. Maputo: Ministério Da Saúde.

  4. Lawrence, G. (2017). HIV/AIDS in the world 2017: Epidemiology and Issues.  

  5. Tallis, V. (2002). GENDER AND HIV/AIDS. South Africa: BRIDGE development – gender.

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